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Archive for the ‘Futurologia’ Category

Já falei algumas vezes sobre as “impressoras de coisas” (aqui e aqui).

E agora que tal uma impressora de órgãos?

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O Wall Street Journal está ligado na possível revolução causada pelo renascimento do movimento DIY e do nascimento do open hardware.

Aos poucos estes conceitos saem do underground e chegando ao mainstreem, gerando milhões de dólares e um enorme impacto na vida das pessoas.

Como construir negócios baseados nestas novas ondas?

(Via WSJ via Make)
(Imagem Lasern)

Nanosilver

Já falei aqui sobre impressoras de “coisas” e discuti brevemente sobre o impacto que elas poderão causar em um futuro próximo.

Um dos atuais problemas com estas impressoras é que grande parte delas consegue utilizar apenas um tipo de material. Conseqüência: resultados práticos limitados.

Mas e se pudéssemos imprimir circuitos? Seria um enorme salto rumo à “impressora de coisas”. Você entra em um site, faz o download de um MP3 player e imprime o seu iBob em casa. Loucura? Nem tanto.

A Xerox deu um importante passo desenvolvendo uma tinta a base de prata capaz de funcionar a temperatura ambiente usando uma simples impressora jato de tinta. Tudo bem que essa tecnologia não vai migrar tão cedo assim para a sua casa, mas é um sinal do que vem por aí.

O MIT está indo ainda mais longe (como de costume)… estão desenvolvendo materiais orgânicos capazes de conduzir energia (tanto cargas negativas quanto positivas ao mesmo tempo) de forma muito eficiente. Esses polímeros também podem ser utilizados para impressão.

Tentativas também estão sendo feitas por amadores, como no caso do RepRap:

E para quem não quer esperar, existem formas mais baratas e menos automatizadas de imprimir seu próprio circuito em casa.

(Via MIT Technology Review)
(Via Make)

Uma das linhas de projetos open source que mais me chamam a atenção é a de impressoras 3D. O nome já deixa bem claro o que ela faz, imprime coisas.

Parece ficção científica mas estas impressoras existem (há um bom tempo). Ao invés de se usarem um arquivo de texto para imprimir páginas, usam arquivos com coordenadas para imprimir objetos, camada a camada.

Existem alternativas industriais, muito caras e pesadas.

A primeira vez que ouvi falar em impressoras 3D “populares” e open source foi com o projeto RepRap, em 2005. O RepRap tem como objetivo criar uma impressora 3D que seja auto-replicável. Ou seja, o RepRap será capaz de se reproduzir. Que viagem…

Outro projeto nesta linha é o MakerBot. Este é interessante por outro motivo. Foi criada uma empresa chamada MakerBot Industries, mais uma das start-ups pioneiras a usar o modelo de open source hardware (junto ao Arduino e a BugLabs). O vídeo abaixo é um pouco extenso demais mas o Bre Pretis toca em pontos interessantes como as vantagens de se ter uma empresa aberta.

Imagine o que reserva o futuro quando, talvez, não precisaremos mais comprar produtos prontos. Simplesmente imprimimos o que precisamos. Faltam copos para uma festa? Precisa de uma nova capa de celular? Perdeu seus óculos? Baixe um modelo legal na internet (de graça) e imprima em casa. Imprima quantos quiser. Estas máquinas dão ainda mais força ao modelo de open-hardware, agilizando e descentralizando ainda mais o processo de prototipagem.

Eu, Robô

Posted on: agosto 4, 2009

Eu tenho uma teoria de que um dos próximos mercados mundiais gigantescos será o de robótica. Acredito que no futuro próximo, a maior empresa do mundo será uma empresa que fabricará robôs.
Não nego a influência de filmes como “Eu, Robô” nessa minha percepção do futuro.

Se eu estiver certo, os japoneses recuperarão a sua posição entre as potências econômicas mundiais. Não acho que investem em robótica apenas buscando maior produtividade em suas fábricas. Acredito que eles imaginam, e apostam, em um futuro onde toda família terá um robô. Onde robôs farão trabalhos de segunda categoria, ou trabalho perigosos para seres humanos.

Eles são apaixonados pelos “humanóides”.

E quase estão chegando lá…


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